segunda-feira, 25 de abril de 2016

Dia da Liberdade - 25 de abril

25 de Abril de 1974
Naturalmente que já ouviste falar no 25 de Abril de 1974, mas provavelmente não conheces as coisas como os teus pais ou os teus avós que viveram nesta época.
Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos"? 

Diz-se que foi uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente.
Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas. Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança.

O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos!                                                        Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.

                                                         António de Oliveira Salazar
Sabias que em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe? Era complicado continuar a estudar depois disso. E sabias que os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos? 
Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão. 
Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo. Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil. 
Sabias que os países estrangeiros, que no início apoiavam Salazar e a sua política, começaram a fazer pressão contra Portugal. Por isso o governante dizia que o nosso País estava "orgulhosamente só". 
Quando Salazar morreu foi substituído por Marcelo Caetano, que não mudou nada na política.  A solução acabou por vir do lado de quem fazia a guerra: os militares.
Cansados desse conflito e da falta de liberdade criaram o Movimento das Forças Armadas (MFA), conhecido como o "Movimento dos Capitães". 

Depois de um golpe falhado a 16 de Março de 1974, o MFA decidiu avançar. 
O major Otelo Saraiva de Carvalho fez o plano militar e, na madrugada de 25 de Abril, a operação "Fim-regime" tomou conta dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial do aeroporto, da rádio e da tv. 


As forças do MFA, lideradas pelo capitão Salgueiro Maia, cercaram e tomaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano. Rapidamente, o golpe de estado militar foi bem recebido pela população portuguesa, que veio para as ruas sem medo. 

Sabias que para os militares saberem quando avançar foram lançadas duas "senhas" na rádio? A primeira foi a música "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, a segunda foi "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, que ficou ligada para sempre ao 25 de Abril. 

Depois de afastados todos os responsáveis pela ditadura em Portugal, o MFA libertou os presos políticos e acabou com a censura sobre a Imprensa. E assim começou um novo período da nossa História, onde temos liberdade, as crianças todas podem ir à escola e o País juntou-se ao resto da Europa. Mas ainda há muito, muito caminho a percorrer...

http://www.junior.te.pt/

sábado, 23 de abril de 2016

Dia Mundial do Livro - 23 de Abril



         "O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é uma oportunidade para reconhecer o poder dos livros na mudança das nossas vidas para melhor e para apoiar os livros e os que os produzem."
Irina Bokova, Diretora geral da UNESCO



    
    
   Na escola José Régio, as turmas de 7º e de 9º ano, tiveram oportunidade de realizar nesta última semana, ou irão realizar na próxima, atividades relacionadas com a importância da leitura e com o significado deste dia, na aula de Espanhol, com a colaboração da professora Ana Filipa Valente.
    

"O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril.
​Esta data foi escolhida com base na lenda de S. Jorge e o Dragão, adaptada para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de S. Jorge (Sant Jordi) e recebem, em troca, um livro, testemunho das aventuras do heroico cavaleiro.
Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos em 1616, exatamente em abril."

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dia da Terra 22 de abril

     
    A Biblioteca Escolar assinalou este dia com um destaque de obras alusivas à temática da Terra e da Ecologia.
    A área disciplinar de Ciências Naturais do 3º ciclo, contribuiu também para assinalar esta data com a exposição de cartazes "Viagem ao Centro da Terra" que foi montada pelos alunos do Curso Vocacional do 3º ciclo, sob orientação da professora Noélia Vilar. Esta exposição encontra-se patente na Biblioteca para ser visitada por quem o desejar.
     Dia da Terra foi avançado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970, com o objetivo de criar uma consciência comum de sensibilidade relativamente aos problemas da contaminação, da conservação da biodiversidade e outras questões ambientais que já na altura eram colocadas em relação ao planeta Terra.
            Este dia foi reconhecido pela ONU em 2009.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Fase distrital do CONCURSO NACIONAL DE LEITURA -Ponte de Sor

      Esta quarta-feira, dia 20 de abril, os nossos alunos Ana Inês França e Gil Pereira, do 9º A, participaram na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura, após apuramento na fase de escola ocorrida em janeiro.
       Após uma prova escrita de conhecimento, relacionada com o conteúdo das obras a concurso, Eu Malala, de Cristina Lamb e Malala Yousafzai, e A mãe que chovia de José Luís Peixoto, a Ana Inês ficou entre os cinco melhores classificados, com os quais competiu, de forma brilhante, nas provas públicas de leitura expressiva e oral de conhecimento, tendo ficado classificada em 2º lugar.

       Foi um dia cheio de emoções, de saúdavel convívio entre os jovens concorrentes, ao qual se juntou a agradável companhia da atriz Maria João Luís, que fez parte do juri do concurso e a todos encantou com a sua simpatia, alegria e companheirismo....
 Queremos agradecer ao Gil e à Ana Inês pela forma digna e generosa como se dedicaram à leitura e ao estudo das obras, e por terem representado tão bem o agrupamento de Escolas José Régio.

    Ainda um agradecimento especial à professora Maria de Jesus Póvoas que ajudou os alunos, acompanhando e orientando o seu trabalho e estudo. Sem o seu empenho e dedicação não teria sido possível... 

terça-feira, 19 de abril de 2016

"Se eu gostasse muito de ler" 25 (II série)

Programa 25
(Margarida e Mariana - 3º C
EB1 do Atalaião)

Ouvir aqui

Sidónio Muralha escreveu
Júlio Pomar ilustrou
Livros Horizonte editou

Papiniano Carlos escreveu
Joana Quental ilustrou
Campo das Letras editou

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Concurso "Leitores Sonhadores" 5ª EDIÇÃO

Decorreu hoje, no auditório da ESEP de Portalegre a fase final do concurso interconcelhio de Leitura "Sonhadores Sonhadores".
A delegação do Agrupamento José Régio chegou pontualmente, alegre e muito bem disposta.


As alunas Carlota Vaz (3º ano), Mariana Gandum (4º ano), Jéssica Espanhol (5º ano)  e Leonor Parente (6º ano), representaram, de forma muito digna, os alunos do nosso agrupamento.
PARABÉNS A TODAS!
E
UMA NOTA MUITO ESPECIAL PARA A CARLOTA  A QUEM O JÚRI ATRIBUIU UMA MENÇÃO HONROSA!
MUITOS PARABÉNS CARLOTA!

quinta-feira, 14 de abril de 2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

"Se eu gostasse muito de ler?!" 24 (II série)

Programa 24
(João e  Mafalda - 4º G 
 EB1 do Atalaião)

Ouvir aqui

Matilde Rosa Araújo escreveu
Alice Jorge ilustrou
Livros Horizonte editou
José Saramago escreveu
João Caetano ilustru
Caminho editou



segunda-feira, 11 de abril de 2016

"E se fosse eu?" - Fazer a mochila e partir

06 de abril de 2016
O desafio foi lançado e o Agrupamento aceitou-o!


E se fosse eu a partir? A reflexão generalizou-se nas aulas de Formação para a Cidadania, na Animação da sala de convívio, nas EB1s, na Biblioteca Escolar....
A problemática dos Refugiados de Guerra continua na ordem do dia. Refletir é importante! É necessário!!!!!

quarta-feira, 6 de abril de 2016

sábado, 2 de abril de 2016

Dia internacional do livro infantil -2 de abril


O Dia Internacional do Livro Infantil celebra-se anualmente no dia 2 de abril.
Esta data é celebrada por iniciativa do Conselho Internacional sobre Literatura para os Jovens (IBBY), que em Portugal é representada pela Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil (APPLIJ).
O IBBY criou o Dia Internacional do Livro Infantil em 1967, para homenagear o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, (autor de algumas das histórias para crianças mais lidas em todo o mundo), cujo aniversário do nascimento é assinalado a 2 de abril.
Todos os anos é divulgada pela IBBY uma mensagem de incentivo à leitura, da autoria de um escritor de nacionalidade diferente que é depois traduzida e divulgada nos países que integram o IBBY. O cartaz português é sempre da autoria do ilustrador vencedor do Prémio Nacional de Ilustração que em 2015 foi Afonso Cruz.

terça-feira, 29 de março de 2016

"Se eu gostasse muito de ler?!" 22 (II série)

Programa 22
(Duarte e Madalena - 3ºD 
EB1 do Atalaião)

Ouvir aqui

Enid Blyton escreveu
Oficina do Livro editou

Luisa Ducla Soares escreveu
Maria João Lopes ilustrou
Livraria Civilização Editora editou

segunda-feira, 28 de março de 2016

Dia Mundial do Teatro - 27 de março

Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2016

27 de março 2016.
Mensagem de Anatoli Vassiliev.
Será que precisamos de teatro?
Essa é a pergunta que milhares de profissionais de teatro, dececionados com ele, e milhões de pessoas, que dele estão cansadas, fazem vezes sem conta.
Para que precisamos dele?
Anos estes em que a cena parece tão insignificante, quando comparada com as praças das cidades e com os territórios dos estados, onde as tragédias autênticas da vida real estão a decorrer.
O que é isso para nós?
Galerias banhadas a ouro e balcões das salas de teatro, poltronas de veludo, laterais de palco sujas, e as muito límpidas vozes dos atores – ou vice-versa, algo que pode surgir aparentemente bem diferente: caixas pretas, manchadas de lodo e sangue, com uma porção de corpos nus e raivosos no seu interior.
O que é que isto nos é capaz de dizer?
Tudo!
O teatro pode dizer-nos tudo.
Como os deuses habitam no céu, e como prisioneiros definham em subterrâneos esquecidos, e como a paixão nos pode elevar, e como o amor pode ruir, e de como ninguém necessita de uma boa pessoa neste mundo, e como a deceção reina, e como as pessoas vivem em apartamentos, enquanto as crianças tiritam em campos de refugiados, e como todos eles têm de voltar para o deserto, e como dia após dia somos forçados a separar-nos daqueles que amamos – O teatro pode contar tudo.
O teatro esteve sempre aqui e permanecerá para sempre.
E agora, nestes últimos cinquenta ou setenta anos, ele é particularmente necessário.
Porque se olharmos para todas as artes públicas, podemos ver de imediato o que o só o teatro é capaz de nos dar – uma palavra de boca a boca, um olhar de olhos nos olhos, um gesto de mão para mão, e de corpo para corpo.
O teatro não precisa de nenhum intermediário para poder exercer a sua ação entre os seres humanos – ele constitui o lado mais transparente da luz, não pertencendo nem ao sul, nem ao norte, nem ao leste ou ao oeste – oh não, ele é a essência da luz em si mesma, brilhando de todos os quatro cantos do mundo, imediatamente reconhecível por qualquer pessoa, seja hostil ou amistosa para com ele.
E precisamos do teatro que permaneça sempre diferente; precisamos de teatro de muitos tipos diferentes.
Penso ainda que de todas as formas possíveis de teatro, as suas formas mais arcaicas serão aquelas que chamarão sobre si um maior apelo. O teatro de formas rituais não deve ser artificialmente oposto ao das designadas nações “civilizadas”. A cultura secular está a ser mais e mais lugar de emasculação, e nela a chamada «informação cultural» está gradualmente a substituir e a expulsar de si as entidades portadoras de singularidade, assim como a nossa esperança de um dia as poder vir a conhecer.
Mas uma coisa eu posso ver agora claramente: O teatro está a abrir as suas portas amplamente. Entrada gratuita para todos sem exceção.
Para o inferno com gadgets e computadores – simplesmente venham ao teatro; ocupem filas inteiras nas bancadas e nas galerias, oiçam a palavra e contemplem as imagens vivas! – é o teatro que está à vossa frente, não o negligenciem nem desperdicem a oportunidade de participar nele – talvez seja a oportunidade mais preciosa que podemos partilhar nas nossas vidas vãs e apressadas.
Precisamos de todo e cada tipo de teatro.
(...)
Do que nós certamente não necessitamos é de um teatro de terror diário – seja ele individual ou coletivo, do que não precisamos mesmo é do teatro de cadáveres e de sangue nas ruas e nas praças, nas capitais ou nas províncias, um teatro falseado de confrontos entre religiões ou grupos étnicos…

Tradução a partir do inglês: Margarida Saraiva | Revisão: Armando Nascimento Rosa

domingo, 27 de março de 2016

quarta-feira, 23 de março de 2016

"Se eu gostasse muito de ler" 21 (II série)


Programa 21
(André, Guilherme, Carina, Marlene, Sérgio, Tiago
Curso Vocacional 2º Ciclo - EB José Régio)


Ouvir aqui


Luisa Dacosta adaptou
Cristina Valadas ilustrou
Asa editou
(Contos Tradicionais recolhidos por Teófilo Braga)

segunda-feira, 21 de março de 2016

DIA MUNDIAL DA POESIA - Homenagem a José Régio em Portalegre

21 Março | Praça da República - Portalegre
No próximo dia 21 de Março, Dia Mundial da Poesia, a Fundação INATEL homenageia o poeta José Régio, em Portalegre, num convite à participação coletiva em ambiente festivo.
A iniciativa enquadra-se no âmbito da missão cultural da INATEL enquanto consultora da Unesco para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial e pretende evocar a importância do património literário português. 
A partir das 16h30, a Praça da República e o Café Concerto do CAEP acolhem atividades onde a população será desafiada a traduzir a poesia e o colecionismo, duas paixões incontestáveis da sua personalidade, através da pintura, desenho e escrita, culminado numa instalação que será exibida no final do espetáculo. 
A partir das 17h, serão promovidas visitas guiadas à Casa Museu José Régio, local que o poeta habitou durante 34 anos. A visita dará a conhecer o gosto do poeta por antiguidades e pelo colecionismo, num percurso dirigido em que o ator Paulo Bórgia dará corpo ao homenageado e revelará uma faceta mais íntima do artista. 
Às 19h, o Grande Auditório do CAEP abre portas assinalando o Dia Mundial da Poesia com a leitura do Manifesto da Poesia intitulado "A palavra feita de palavras", um original do escritor José Luís Peixoto que será lido pelo ator Rui Mendes.
No espetáculo de homenagem e celebração da vida e obra de Régio participam vários grupos culturais locais e nacionais através da poesia, teatro, música, dança e cinema, numa viagem com encenação a cargo de Hugo Sovelas. 
Poesia em Régio é uma iniciativa da Fundação INATEL que conta com a Câmara Municipal de Portalegre como parceiro estratégico, o apoio da Casa Museu José Régio e do CAEP, as parcerias institucionais com a Fundação Robinson, Fundação Calouste Gulbenkian, Cinemateca Portuguesa e a parceria mediática do Jornal Alto Alentejo.
A iniciativa, de entrada livre, convoca o Alto Alentejo a participar nesta celebração do José Régio, em Portalegre. Contamos consigo nesta verdadeira festa da poesia!
PROGRAMA
16h30 às 19hAtividades de Artes Plásticas, Poesia e Música com a Sociedade Musical EuterpePraça da República e Café Concerto do CAEP 
17h e 17h45
Visitas guiadas à Casa Museu José Régio

(inscrições mediante inscrição prévia)
19hGrande Auditório do CAEP | Praça da República
Leitura doManifesto pela Poesia, deJosé Luís Peixoto, pelo atorRui Mendes
Espetáculo Comemorativo de José Régio
Coro Infantil dos Assentos
Grupo de Cante Alentejano "Os Lagóias" do Orfeão de Portalegre
Grupo "Momentos da Poesia" e "Amigos da Poesia"
Grupo Silvina Candeias
Paulo Bórgia
Vocalóide – Teatro vocal e coreográfico
Fado com Alexandra Martins acompanhada por José Sousa e José Geadas 

sábado, 19 de março de 2016

Dia do pai - 19 de março




Feliz o pai que é companheiro e amigo;
que está presente e faz família.
Que arranja tempo e ternura para dar e para amar
o melhor que o mundo tem.
Que trabalha e vai à frente,
qual modelo de constância e de projecto.
Feliz o pai que desce à magia da criança;
que se encanta a ver o filho
despertar para a vida…
no jeito de se afirmar “nisto” ou “naquilo”;
que protege e solta o pássaro que habita nele.
Feliz o pai que preenche o olhar fixo
da filha-menina e lhe arranca
silêncios de coração, como a dizer:
“Quando for grande, é um amor assim que quero ter…!”
(Eduardo Rego)

quinta-feira, 17 de março de 2016

VIII Feira da Saúde - Ateliê de Escrita Criativa na BE

    Nos dias 14, 15 e 16, no âmbito da Feira da Saúde 2016, a Escola José Régio foi palco de Apresentações e ateliês vários desde Ciências, Educação Especial, Música e Escrita Criativa pelos, e para os, alunos do 3º e 4ºano do Agrupamento.
      Na Biblioteca Escolar foi dinamizado o ateliê de escrita criativa "Aprender faz bem e é divertido" em conjunto com o departamento de Línguas.
      No dia 14, os alunos da EB1 dos Assentos, participaram no jogo de formação de palavras, a partir de 5 letras, e na escrita de um poema sob forma de acróstico, orientados pelos professores Ana Filipa Valente, António Pascoal e Helena Serafim:
   Terça-feira, 15, foi a vez das professoras Ana Paula Silva, Florinda Pinheiro e Rosário Narciso torem a seu cargo a orientação das atividades para um dos grupos de alunos e encarregados de educação da EB1 do Atalaião:
    E ainda na quarta feira, 16, coube a vez aos alunos e encarregados de educação das escolas das freguesias rurais. O ateliê de escrita criativa foi visitado pela EB1 do Reguengo, tendo as atividades sido dinamizadas pelas professoras Alexandra Medeiros, Edviges Sousa e Pilar Gouveia:
   Parafraseando o professor António Pascoal "A atestar pela forma como alunos e encarregados de educação se envolveram na iniciativa, só se pode concluir que se passou um bom momento naquele local, estando entretanto os alunos sensibilizados para o frequentar".
    Refira-se que um grupo de alunos, de diferentes turmas do 2º ciclo, também colaborou, de forma ativa, tendo, no final da atividade, lido poemas de Cecília Meireles, Eugénio de Andrade e Natália Correia.
    Uma nota de agradecimento ao professor Hermínio Felizardo que elaborou um belíssimo painel para colocação dos trabalhos, e um marcador, oferecido como lembrança aos participantes, o qual foi acompanhado por uma saudável bolachinha confecionada pela professora Helena Serafim.